quinta-feira, 20 de julho de 2017

#48 MANIFESTO ROCK BAR

Hello, andarilhos. Como vão? Muito frio na cidade de vocês?

Eu amo rock. Incondicionalmente. Rock e Heavy Metal é poesia, o meu despertar, o meu estilo de vida, de pensar e de agir. Eu curto muito ir a shows, mas quase não vou a baladas de rock. Primeira que não tem muitas e segundo que madrugada para mim é sagrada e prefiro contar carneirinhos do que ficar zambetando por aí. 
Se você não curte rock, pare por aqui. Dificilmente encontrará indicações de lugares que tocam sertanejo, samba, funk ou algo parecido. O meu olhar me impede de achar legal. Os pensamentos, as ideologias, o jeito de se vestir e o comportamento não são os mesmos. O que eu acho confuso, complicado e um pouco assustador. 
Enfim, preconceitos à parte, o lugar de hoje é muito, mas muito bacana. Me pergunto como eu nunca fui antes. Sempre ouvia falar em propagandas de rádios, mas só fui conhecer por causa do show solo do Edu Falaschi ( ex-Angra - banda brasileira de heavy metal melódico ).
Apesar de ser mega fã dele, nunca tive a oportunidade vê-lo ao vivo, cantando as sua próprias músicas e sentindo a alma dele em cima do palco.

Enfim, o Manifesto Rock Bar existe há 20 anos fazendo a alegria dos roqueiros e metaleiros de plantão. O espaço, que mais parece um pub, é dividido em dois andares. No primeiro andar, obviamente, se localiza o bar e restaurante e o palco principal, onde recebe toda quarta-feira e domingo, artistas de bandas nacionais, internacionais e covers. Nos intervalos, há um telão com videoclipes. 
Eu gostei de lá por causa do espaço. É pequeno, acomoda 700 pessoas ( na teoria, acho que na prática cabe um pouco mais). Então, me sinto a vontade e ter espaço para se locomover é algo dos deuses. 
Repare na decoração: há fotos e instrumentos autografados por toda a parte. Fotos com Bruce Dickinson do Iron Maiden, guitarra autograda pelo Megadeth, KISS, Red Hot Chilli Peppers me fazem ter um sentimento horrível pelo gerente da casa: inveja. Quem não sonha conversar com esses caras, tirar fotos, ter algo autografado e colocar em um mural, em uma espécie de santuário e fazer disso a sua história? É bom demais. Eu ia enlouquecer se visse cada uma dessas bandas em minha frente. 
Já no segundo andar, há um espaço para pole dance (!!!), DJs convidados e da casa com apresentações e shows pequenos. Aí, mulherada, quem curte pole dance, é um prato cheio. 

Por falar em prato cheio, de segunda a sexta-feira, das 11h00 às 15h30, a casa oferece almoço. Como eu fui só uma vez, não provei ainda. O que já conta pontos para mim. Opções são sempre válidas. O cardápio é variado, mas pelo que eu vi, a especialidade é hamburguer. Ah, as pessoas falam muito da costelinha com batatas, que é divina. O preço é sob consulta. Como eu disse, eu ainda não experimentei. Espero ir logo.

Caso queira comemorar seu aniversário no meio de riffs de guitarra, solos de bateria e ao som do baixo, há a possibilidade de fazer reservas pelo e-mail: aniversario@manifestobar.com.br e ainda reservar mesas gratuitamente.
Acredito que eles respondem o e-mail com todas as informações necessárias. Se caso quiser promover a sua banda e gravar algo ali no Manifesto, segue o e-mail: gravacao@manifestobar.com.br

Então é isso, meus roqueiros andarilhos. Espero que tenham curtido o post e vão conhecer o lugar. É um ambiente ótimo para quem quiser ouvir sempre boa música e relaxar ao som de um hard rock, heavy metal ou progressivo. Rock é bom a qualquer hora. 
Endereço: Rua Iguatemi, nº36C - Itaim Bibi
Telefone: 11 31689595 - Escritório abre Segunda a Sexta-feiras: das 10h00 às 19h00 / Sábados: 14h00 às 18h00
Site: http://manifestobar.com.br/ Para a abertura da casa para shows e eventos, consulte a programação no site, combinado?

Vamos trocar ideias, andarilhos. Para onde devo ir? Qual o bar de rock que vocês recomendam? 

Love!
Carol Rossetto


sábado, 15 de julho de 2017

#47 UNIMED HALL - ANTIGO CITIBANK HALL

Hello, andarilhos! Tudo bem? Ótimo sábado a vocês!

Eu adoro um bom show. Só ano passado foram 16 shows de bandas nacionais e internacionais. Já me apelidaram de " a maníaca dos shows" e confesso que amo e acho esse apelido super engraçado.

Na semana passada, falei do Tom Brasil que na minha opinião, é um dos melhores lugares para se assistir um grande espetáculo. 
O post de hoje é sobre o UNIMED HALL. Outro lugar que eu adoro e que eu já fui várias vezes para assistir três shows de algumas bandas favoritas: Scorpions, Whitesnake e Europe. 
O espaço, anteriormente chamado, Credicard Hall, foi inaugurado em 2000 com a pretensão de ser o maior local de entretenimento e cultura das Américas. 
Ele é realmente lindo e conta com uma fonte ao centro. Já me enfiei naquela água ali, discretamente. Nos dias de muito calor, como eu ando muito a pé e não tenho carro, isso é ótimo. Mas, pelo amor de Deus, não sigam meu exemplo.

Em um espaço de 3.500 metros, o estacionamento é bem amplo. A casa soma mais de 4 milhões de espectadores de todos os lugares do Brasil e do mundo, curtidores de uma variedade infinita de estilos de música. Em seus palcos, já passaram artistas de renome como Rita Pavone, Scorpions, Laura Pausini, Kesha, Kylie Minogue, Backstreet Boys e eventos como Miss Universo.

No caso do antigo Citibank, por experiência própria, não curto ficar na pista. Como eu acredito que o espaço não seja tão largo como no Tom Brasil e por ser baixinha, curtir o show na parte de baixo, fica extremamente desconfortável para mim.
Ali, prefiro ficar sentada, olhando o show do alto. Fica um pouco mais caro, mas acredito que vale a pena. 
Como eu amo reclamar, ficar sentada também me incomoda um pouco. Mas o que me incomoda é o comportamento das pessoas. 
Do lado de fora, localiza-se o bar. Então, a todo o momento, as pessoas passam em sua frente para comprar bebida. Já vi pessoas que ficam mais do lado de fora bebendo do que curtindo o show. Um evento desses costuma ser caro. Ainda mais no Unimed Hall que é frequentado por pessoas com um alto poder aquisitivo. Eu não vou a um show para ficar bebendo. Se eu quiser beber, vou a um barzinho. Enfim, não entendo e não vou entender nunca. Tem pessoas que vão ao show para assistir outras coisas. 
EU NÃO ENTENDO A LÓGICA!
Fui ao show do Scorpions ano passado. A pessoa que sentou do meu lado ou que deveria ficar sentada, simplesmente não parou quieta. Contei 7 copos de cerveja. Eu me pergunto: o que ela realmente viu do show? Por que ela foi ao show? Eu deveria me preocupar com isso? Ela realmente sabe cantar as músicas? Ela é fã da banda ou só comprou ingresso por que tem dinheiro e resolveu gastar por que simplesmente pode?
Enfim, ainda assim, eu curto o lugar e sempre que tiver um show bacana, irei. Ah, para quem não tem carro, o acesso é de trem e caminhando, dá uns 15 minutos até chegar lá.

Próximos shows:


  • 06 e 07.03.2020 - Ney Matogrosso às 22h00;
  • 27.03.2020 - Matheus e Kauan, às 22h00
  • 27 e 28.03.2020 - Bruno & Marrone, às 22h00


Para quem tiver a fim de conhecer:
Endereço: Avenida das Nações Unidas, 17955 - Marginal Pinheiros - Linha amarela do Metrô
Telefone: 11 28466040 // Informações sobre ingressos: 40035588
Horário da Bilheteria: Não abre às segundas-feiras.
Terças-feiras aos Sábados: 12h00 às 20h00
Domngos e feriados: Das 13h00 às 20h00
1200 vagas no estacionamento.








Então é isso. A agenda dos próximos shows está aí e espero que conheçam e contem a sua experiência. Vou adorar saber.

Love!
Carol Rossetto

quarta-feira, 12 de julho de 2017

#46 MUSEU DA IMIGRAÇÃO

Hello, andarilhos! Como vocês estão? Preparados para o final de semana?

Vocês já estão carecas de saber que eu amo um museu. E o de hoje me pergunto como é que eu nunca tive a capacidade de ir antes. Com tantos lugares para ir em São Paulo, você acaba ficando meio perdido e muitas coisas legais acabam passando ou sendo deixadas um pouco de lado. Mas, aos poucos irei e a intenção é indicar por aqui. Seja bom ou ruim, pois cada história é história e cada experiência é única.

Foi a minha primeira vez e lógico que eu amei. Apresento a vocês o MUSEU DA IMIGRAÇÃO.

O Museu do Imigrante, antes Memorial do Imigrante ou Hospedaria dos Imigrantes, foi fundada em 1887 ao longa das antigas linhas ferroviárias. A construção do edifício foi firmada por cafeicultores. Na época, São Paulo era um grande produtor de café e o principal objetivo dessa construção era trazer imigrantes para se ter mão de obra no campo, na agricultura e nas lavouras. O imigrante chegava aqui, ficava nessa hospedaria por uma semana, mais ou menos, até serem levados a trabalhar nas fazendas.
Ao longo de quase 100 anos, a Hospedaria recebeu mais de 2,5 milhões de pessoas estrangeiras e de outras Estados brasileiros. São 70 nacionalidades para se contar história.
Sinceramente, vendo as fotos da chegada dessas pessoas na Hospedaria não me parece que eles era tratados muito bem não. Não vejo pessoas com rostos felizes ou aliviadas por chegar em algo novo. Eram retratos de incertezas, inseguranças ou medos. Ao ler o regulamento, percebi que ninguém tinha regalias. Cada um tinha direito a uma refeição, no máximo duas. Se ficassem com fome em algum momento, não dava. Ou seja, o corpo deveria ser uma máquina que tinha horário para receber comida, água ou qualquer coisa do tipo. Bem triste essa situação. Como era muita gente, as condições higiênicas também não devia ser lá muito favoráveis, imagino eu.

O Museu também conta com um acervo digital riquíssimo e que dá para utilizar para fazer pesquisas. Soube que existe como pesquisar a história do seu sobrenome e saber como é que a sua história começou. Como sempre, quero ver tudo com muitos detalhes e acabou não dando tempo para saber mais sobre o meu. Se você que estiver lendo, for igual a mim e ao meu andarilho, reserve o dia inteiro da sua vida para ficar em qualquer lugar. Caso contrário, não dá tempo.
Se tiverem interesse nesse acervo, existem jornais da época (1886 a 1987), registros de matrículas, cartas, iconografias, cartografias, entre outros.

O Memorial já passou por uma restauração em 2010 e depois de 4 anos fechado, reabriu para o grande público. 
Tombado pelo Patrimônio Histórico, o Museu do Imigrante é um dos mais importantes pontos turísticos e culturais de São Paulo. E o melhor de tudo é que fica na minha amada Zona Leste. 

E o que falar do jardim? São 2.900m quadrados de puro verde, com árvores lindíssimas e fontes jorrando água ( adoro fontes ). Existe uma figueira por ali com mais de 500 anos de existência. Ideal para tirar fotos. Há um espaço para eventos, palestras, cursos e workshops, além de wi-fi, loja de souveniers, uma cafeteria ( que até o momento, está fechada para reforma). Se caso tiver com fome, existe aquelas máquinas de pipoca para se fazer na hora. Tapeia bem o estômago.
Ah, não posso esquecer que existe a maria-fumaça. É um barato.

Então é isso. O Museu é um dos mais lindos que eu já vi. Ficar ali contemplando aquele jardim desestressa até a alma mais ansiosa e de quebra, aprende mais sobre a sua história e os seus antepassados.
Já escutei pessoas falando que não gostam de imigrantes. Fico me perguntando o porquê já que a nossa história de vida é baseada nessas pessoas que chegaram aqui atrás de uma vida melhor e muitos não conseguiram.
Negar isso é negar a importância de um passado tão rico, negar o passado da maior cidade do país, negar a sua memória e se transformar em um alguém sem alma.
Temos que valorizar essas histórias tão ricas e aprender que cada um tem um motivo, uma busca, um sonho e compreender isso faz com que a gente consiga entender, respeitar e talvez amar o próximo. Seria o mínimo. Precisamos conhecer mais nossas origens e só compreendendo o passado e o que ele nos trouxe, não repetiremos as mesmas asneiras no futuro e no presente. Precisamos resgatar nossa identidade e buscar esse conhecimento. Ser curioso o bastante para investigar e conhecer mais a cidade em que se vive.
Ter História é importante. Fazer História é essencial.

Quem tiver interesse em conhecer:

Endereço: Rua Visconde Parnaíba, 1316
Telefone: 11 26921866
E-mail: museudaimigracão@museudaimigracao.org.br
Horário de Funcionamento: Terça-feiras à Sabados: 9h00 às 17h00 // Domingos: Das 10h00 às 17h00
Valores: R$10,00 a entrada // R$5,00 meia. Aos sábados, o museu é GRATUITO.
Site: http://museudaimigracao.org.br/

Bom, meus andarilhos, espero que tenham curtido e visitem o museu. Me contem como foi a experiência depois. Vou adorar bater esse papo com vocês.

Love!
Carol Rossetto

sábado, 8 de julho de 2017

#45 CENTER 3

Olá, andarilhos. Bom domingo para vocês. Já sabem o que vão fazer hoje?

Não me pergunte o porquê, mas eu acho que domingo tem cara de Avenida Paulista. Acho que pelo fato das ruas estarem fechadas para carros, o passeio se torna mais gostoso e fácil. A quantidade de pessoas diferentes que estão ali andando se torna mais agradável a vista e a chance de ver coisas inusitadas, exóticas e curiosas são enormes.
Apesar da Paulista ter inúmeras coisas a se fazer e eu já dei dicas de várias delas, como a FNAC, a Livraria Cultura e até o belas Artes, hoje eu falarei do SHOPPING CENTER 3.

Eu até gosto dali, por que eu acho que não tem cara de shopping. Parece mais uma galeria e sempre tem novidades como as várias exposições que acontecem ali.
Eu não sabia, achava que ele era relativamente novo, mas sua inauguração aconteceu em 1967, com suas várias lojas e mais de 30 restaurantes em sua praça de alimentação, que oferecem opções variadas como comida italiana, mexicana, chinesa, japonesa, frutos do mar, etc...
Eu adoro o Starbucks dali. É ótimo para observar as pessoas e passar o tempo pensando, lendo um livro ou simplesmente conversar com os seu amigos.
O Center 3 é prático, já que está bem no meio do coração financeiro e cultural da cidade de São Paulo. Se por um acaso cansar de bater perna ali dentro, é só ver a diversidade que rola do lado de fora.
Aos domingos, tem as feirinhas que vendem quinquilharias bacanas, como camisetas, sacolas, bolsas e acessórios. Existem cerca de 100 lojas para atender todo o tipo de público, que é o mais variado possível. O shopping tem fácil acesso. Se vier de metrô, ao descer na estação Consolação, lado esquerdo, você sai de cara com ele. Basta atravessar a rua, enquanto escuta um saxofonista de um lado e um roqueiro do outro, se misturando com estátuas vivas e vendedores de miçanga e tarô.

Se caso você for da turma da bicicleta, há o bicicletário com 20 vagas no 1º subsolo. Deixe seus dados na recepção do estacionamento que o uso está permitido.
Aos domingos, são disponibilizadas mais 10 vagas na portaria. Muito bacana.
Outra coisa que eu também achei que não tivesse, mas tem. Estacionamento que fica aberto das 06h00 às 02h00. O preço varia de acordo com a permanência. Somente o bicicletário que é gratuito.
Caso queira assistir a um filme, o cinema de lá é bem bacana e não tem muita fila. Os lugares são marcados e o preço vária de acordo com o dia e o tipo de ingresso.

Então é isso. Caso você esteja sem nada para fazer em casa e não quer inventar muito, vá ao Center 3 e aproveite para passear na Paulista e aproveitar que as vias são abertas para pedestres até às 18h00. Avenida Paulista é show de bola e como eu disse, eu gosto de Center 3 por que ele não tem cara de shopping.

Horário de Funcionamento:

Segundas às Sábados: Ds 8h00 às 22h00
Domingos e Feriados: Das 10h00 às 22h00
Endereço: Avenida Paulista, 2064
Telefone: 11 32852458


É isso então. Espero que vocês tenh



a gostado e vá curtir a sua Avenida Paulista e dê uma passadinha no Center 3 e me contem o que acharam. Combinado?

Love!

quinta-feira, 6 de julho de 2017

#44 PROJETO CONTRAPONTO

Olá, andarilhos. Tudo belezinha com vocês? O que andam aprontando?

Bom, o post de hoje não é nenhum lugar específico, mas quem exatamente. Há uns 4 anos atrás, eu e meu andarilho fomos a um evento no SESC SANTANA onde tinha dança, música, contação de histórias, entre outros. 

O lugar é lindo e creio eu que ali, naquele dia, começou uma grande história de admiração. No meio daquele festival, eis que surge dois músicos, Bruno Brasil e Fernando Diniz, amigos de longa data e parceiros musicais. Naquele dia, os dois cantaram separados e eu não podia imaginar que os dois eram uma dupla e que a partir dali, eles ganhariam mais dois seguidores ávidos em conhecê-los mais. 
Apesar de amar rock e heavy metal, MPB é um estilo que me agrada e que é muito bom para acalmar em um momento de correria. 

Os dois, com composições autorais, falam muito sobre o nosso cotidiano e de coisas simples, cantada de maneira melodiosa e que nos passa um sentimento profundo. Toca na alma. 
São 10 anos de parceria, composições, arranjos, letras e amizade. Quando as coisas são feitas com amor e de forma sincera, tudo se torna maior, mais fácil de ser vivido. São sonhos alcançados.
Fernando Diniz viaja na música. É uma delícia ver suas caras e bocas, sua expressão corporal e sua voz suave. Percebemos que ali não é trabalho somente, é sua diversão, é seu prazer, é um encontro entre a música e seu espírito.
Bruno Brasil também não fica atrás. Sua segurança é nítida  e com isso, deixa a música ainda mais gostosa de ouvir. Os dois conversam pelo olhar. É lindo ver a confiança que um tem pelo outro.

Em tempos esquisitos como esse que estamos vivendo : intelectualmente e politicamente, é maravilhoso e um alívio saber que a arte pura ainda resiste. Que ainda vive. Que ainda pulsa no coração de cada canto de São Paulo ou qualquer lugar do mundo.
Vivemos numa era em que não há tempo para pensar, fazer análises, dialogar ou ter senso crítico. Se levarmos esse pouco do que conseguimos para as pessoas, já é uma grande vitória. 
Ter conhecimento liberta. Desprende as nossas amarras. É a liberdade da alma que nos faz entender que somente a música conecta o mais puro dos sentimentos. 

E acredito que é isso que o Projeto Contraponto faz. Mostra que ainda há esperança e que não importa o que pode ser dito; fazer o que se gosta é a melhor forma de ser bem sucedido. Isso é ter sucesso: Reunir pessoas legais, agradáveis, inteligentes, cultas e bem humoradas em algo bem intimista, autoral e realizado com muito carinho e felicidade.

O projeto é bem diferente e gostoso. Sempre tem convidados excelentes: de rappers, contadores de histórias, poetas a outros cantores. 

Para quem tiver interesse em conhecê-los. Página do Projeto Contraponto no Facebook.
https://www.facebook.com/pg/oprojetocontraponto/about/?ref=page_internal

Para quem quiser ouvir no Youtube, acessem e escutem a música "Sé": https://www.youtube.com/watch?v=oyIsTrx5F54 participação: Rodrigo Ogi

É um presente para a vida. Somente a arte pode nos ajudar a compreender esse mundo insano e caótico em que vivemos. Sem isso, sem essa fonte de distração, discernimento e conhecimento, vai nos levando cada vez mais para um buraco sem fundo e sem volta.
Não precisa gostar de MPB para conhecê-los. São artistas, brasileiros e que merecem ser ouvidos. Merecem ser respeitados pelo trabalho único que fazem. O que é melhor: verdadeiro. Precisamos parar de achar que o apenas toca na rádio é bom. E sinto muito em lhe dizer, amigos andarilhos, não é.




 Bom, então é isso. Espero que vocês tenham gostado do post de hoje e que sigam os caras. Descubra os dois. Dê voz aos que não estão na grande mídia. Muitos artistas excelentes estão prontos para serem descobertos. Só precisa que se abra a mente e o coração. Não é tão difícil.
Garanto. Vale a pena!

Love!
Até a próxima!


sábado, 1 de julho de 2017

#43 TOM BRASIL

Olá, andarilhos. Estão se preparando para o final de semana? Espero ajudar nisso então.

Eu amo música e acho muito estranho alguém me falar que não curte. Não entra na minha cabeça. Música conecta a alma, faz todo os sentido mundo em certas coisas, relaxa, às vezes te estressa e acredito que a música une as pessoas.

O post de hoje é bem musical. Já não é de hoje que eu escuto as pessoas falando que eu sou a maníaca dos shows. Só ano passado, fui em 16 shows e ainda acho pouco. É algo que eu amo e eu sempre saio com uma experiência nova, divertida e cheia de histórias para contar. Mas, como eu disse aqui antes, não são todos os estilos que me agrada e nada melhor do que a combinação guitarra + baixo+bateria+ teclado+vocais para correr em minhas veias e me levar ao paraíso. Rock and roll é uma das melhores coisas já inventadas.

Então, apresento o TOM BRASIL. Para mim, é um dos melhores lugares relacionados a musica em São Paulo, tanto que é considerado referência trazendo grandes estrelas da música e da arte, tanto nacionais quanto internacionais, além de receber palestras, convenções e grandes eventos empresariais
Para quem é baixinho como eu, geralmente sofre com a multidão que fica na frente e curtir o som sem levantar os pés e ver partes do corpo do artista é bem complicado. E esse é um dos motivos para eu gostar tanto do Tom Brasil. Ali é enorme, bem vasto e não importa a quantidade do público, dará para você assistir tudo, mesmo não estando em lugares privilegiados. São 6.000 metros quadrados para curtir sossegado, tomando aquele seu drink bem gostoso.
O espaço conta com chapelaria para curtir o seu show livre e sem se preocupar com os seus pertences, banheiros adaptados a deficientes físicos, bar e e um excelente jardim de inverno na sala VIP.

Para quem não conhece, o Tom Brasil já recebeu inúmeros artistas como Sisters of Mercy, Tarja Turunem, Capital Inicial, Sandy, Roupa Nova, Gal Costa, Caetano Veloso, The Cult, Kansas, Ney Matogrosso, Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, entre outros, além de várias peças de teatro, stand-ups e shows mais intimistas. O repertório é bem eclético, então dá para ver os mais diversos tipos de público.
Falam muito bem do bar, o "Estrella Galícia" que o atendimento é ótimo e que o serviço é de primeira. Como eu não bebo e eu sempre como antes ( é uma tática para gastar menos dinheiro), não posso opinar muito. E tem o Tom Brasil gastronomia, com um menu requintado e impecável, com cardápios diferenciados para atender todo e qualquer tipo de público e evento.

Vamos lá para a agenda dos próximos shows em 2020:

- Martinho da Vila - 17.01.2020, às 22h00;
- Toquinho & Demônios da Garoa - 18.01.2020, às 22h00
- Nando Reis - 24.01.2020 / 25.01.2020, às 22h00

Então, é isso. Se você quiser curtir um show bacana, do seu artista preferido com um espaço imenso para ir e vir sem medo de ser feliz, o Tom Brasil é o lugar ideal.

Endereço: Rua Bragança Paulista, 1281 - Santo Amaro
Telefone: 11 40031212
Horário de Funcionamento: Abertura da casa: 2 horas antes de qualquer espetáculo
Estacionamento com manobrista
Forma de pagamento: Dinheiro e Cartão de crédito ( Mastercard, Visa, Diners e Credicard somente )
Acesso para portadores de necessidades especiais
Site: http://grupotombrasil.com.br

Se optar por vir de trem, o Tom Brasil fica um pouco longe. São 20 minutos de caminhada no meu passo. Quem não gosta de andar, pode sofrer um pouquinho.

Gostaram, andarilhos? Espero que vocês se programem para o próximo show e me contem como foi. Combinado?

Love!






quinta-feira, 29 de junho de 2017

#42 SABOR & SAÚDE RESTAURANTE

Hello, andarilhos. Como estão?

O post de hoje é simplesmente uma delícia e é mais uma das joias que ficam escondidas pelo Centro de São Paulo. A gente só descobre caminhando, olhando e perguntando.
Há 3 anos atrás resolvi levar uma vida saudável. Estava precisando de uma reeducação alimentar e fazer algum esporte, pois estava muito sedentária. 
Descobri o pilates e passei a comer mais vegetais, verduras e legumes. Não vou e não quero deixar de comer carne. Não vivo sem um hambúrguer e sem um churrasco. 
Esse ano me tornei modelo e com isso, alimentação saudável passou a ser obrigatória em minha vida. Não faço restrições, pois não gosto que me escravizem com nada: moda, comida, política, qualquer coisa. Se eu tiver a fim de comer um brigadeiro ou uma trufa bem melecada, comerei. Mas como eu disse, sem exageros.

Com essa busca da perfeição e do culto ao corpo a todo custo, muitas optam por uma refeição mais balanceada e acredito que São Paulo entrou na onda da comida saudável e cada vez mais, vejo restaurantes buscando opções para um público seleto.

E como eu disse acima, o post de hoje é uma delícia. Apresento a vocês o Restaurante vegetariano SABOR & SAÚDE.
A missão deles é ajudar em sua qualidade de vida em uma boa alimentação. Saudável, com equilíbrio e muito gostosa.
O sabor da comida é algo único. Experimente o espeto de soja. O sabor é inigualável. 
O menu é vasto e muda todos os dias e tem opções de atendimento: há a possibilidade de escolher entre comer à vontade por R$29,90 ou servir-se a quilo. 
Eles implantaram essa opção há pouco tempo e percebi que a clientela aumentou. Eles vendem sopas também. Os sabores variam de lentilha e abóbora a ervilha com gengibre. 
Há também produtos naturais vendidos separadamente como cookies light, adoçantes e chás. Por ser um restaurante vegetariano, eles vendem sucos naturais ( de melancia com gengibre a couve com abacaxi). Refrigerantes e sucos industrializados ficam de fora. 
Os atendentes são super simpáticos e felizes. Vocês será hiper mega bem atendido e sairá de lá satisfeito e super contente. 
O espaço é bem grande, então não se preocupe em esbarrar em ninguém. Coisas de restaurantes pequenos. A única coisa ruim é se caso, quiser comer com um pouco de silêncio, infelizmente não dá. Como estamos falando do Centro de São Paulo, você escutará os vendedores do lado de fora gritando a plenos pulmões : chips de celulares, óticas, brinquedos, sabão em pó, gente tocando violino ou guitarra, coisas que só São Paulo tem. Junto e Misturado.

Então, é isso. O Sabor e Saúde está escondido em um prédio e garanto a você que a comida é simplesmente divina e com um preço super acessível. 

Endereço: Rua São Bento, 500 - ao lado de metro São Bento
Contato: 11 32426023
Horário de Funcionamento: Segundas às Sextas-Feiras: Das 11h00 às 15h00
Site do Estabelecimento: http://www.ssvegetariano.com.br/index.php
E-mail: saudeesabor@ssvegetariano.com.br


Espero que vocês tenham gostado da dica de hoje e me contem o que acharam. Combinado?

Beijos e até a próxima.




sábado, 24 de junho de 2017

#41 CAPELA DE SÃO MIGUEL ARCANJO

Olá, andarilhos! Tudo bem com vocês? Como eu falei por aqui antes, as postagens agora serão todas as quintas-feiras e aos sábados. Combinado?

O post de hoje é histórico. Desde que eu fui ao Sítio Morrinhos localizado na Zona Norte ano passado e descobri que existem mais de 100 sítios arqueológicos em São Paulo, eu decidi que eu preciso conhecer absolutamente todos. O que fica fácil, pois o meu andarilho é formado em História e não é muito difícil convencê-lo a andar por esse lugares. Ele alega que é objeto de estudo para ele.

Apresento a vocês a CAPELA DE SÃO MIGUEL ARCANJO, a igreja mais antiga de São Paulo e da Zona Leste de São Paulo. Localizada em São Miguel Paulista.
Construída através de taipa de pilão ( técnica à base de argila, terra e cascalho ), foi fundada em 1560 pelo padre José de Anchieta com o intuito de evangelizar os índios da tribo guaianases que ali existiam.
Sério, é muito legal imaginar que há seiscentos anos atrás existiam índios na Zona Leste. 
Foi um grande marco na colonização e com a chegada da Igreja Católica no Brasil, a religião começava a ser difundida.
Chegou a ser demolida  e reconstruída em 1622 por espanhóis e mãos indígenas e há 70 anos foi tombado pelo Condephaat e se tornou patrimônio histórico da sociedade. O restauro também foi muito importante, descobriram peças religiosas de quase 400 anos praticamente intactas. Em 2006, aconteceu o seu último restauro e com essa reforma, foi criado um museu aberto ao público para o público ter conhecimento da importância dessa igreja para a nossa sociedade.
Esse circuito de visitação garante que o público tenha uma imersão gigantesca na história, tanto artístico, cultural e social. É uma herança legítima desses jesuítas para com o seu povo relembrando tradição, identidade e gerando um senso crítico fora do comum.

Infelizmente, é proibido tirar fotos do lado de dentro, mas ao entrar ali , parece que a São Paulo que você conhece hoje não existe. Do nada, você se sentirá na Idade Média ou em uma São Paulo bem antiga. Dá para sentir a sensação de como era viver séculos atrás. É um tanto esquisito pensar que não existia TV ou celulares. Mas acho que eles nunca sentiriam falta disso e achariam um absurdo essa tecnologia toda, se vivessem hoje.

Os elementos culturais ali dentro são tos policromados. A mesa de comunhão, por exemplo, é feita de jacarandá e entalhada pelos próprios índios na época.
Algumas obras que estão ali são de origem européia e outas, tipicamente brasileiras. É muito fácil distinguir o estilo de cada um. É muito bom saber dessas coisas. É pura história da arte. 
Repito: é uma pena não poder tirar fotos. Os adornos são perfeitos. 

É muito triste pensar que para muitos é apenas uma igreja. mais uma igreja entre tantas. Não entrar ali é perder séculos de história e não encontrar a sua identidade, o seu marco e o seu valor. 
Pare um pouquinho e relaxe ali dentro. Esqueça o caos do lado de fora e entre em contato consigo mesmo. Às vezes, é maravilhoso desconectar desse mundo. 
Sem contar que respirar a arte, os sonhos e a vida de nossos antepassados é algo único. É uma experiência fantástica.

Enfim, vale muito a pena conhecer. É mais uma das coisas que minha querida Zona Leste proporciona e ninguém liga muito. Cabe eu aqui mostrar que essa parte de São Paulo tão subestimada, julgada e tão vista por preconceitos é completamente diferente do que se pinta. 
Se não existem blogs falando sobre a Linha Vermelha do Metrô, existe o Andarilhos dizendo que por aqui é muito legal, sim! E que não é preciso ter dinheiro para fazer programas tão legais quanto esse.
Ah, e sem contar que a Capela fica bem no meio de uma praça maravilhosa, em frente a estação de trem, com inúmeras lojas, restaurantes e sorveterias ao seu redor. É ótimo para ficar ali fazendo vários nadas e pensando na vida.

Endereço: 
Praça Padre Aleixo Monteiro Mafra, 10 - São Miguel Paulista
Em frente a estação de trem de São Miguel.
Visitação: Aos sábados: Das 10 aos 12h00 e das 13h00 às 16h00
Entrada: R$4,00 inteira // R$2,00 meia - entrada
Isentos: crianças até 7 anos, idosos a partir de 60 anos, grupos pastorais, profissionais da rede pública
Site: http://capeladesaomiguel.org/site/
Capacidade de 100 pessoas. Para missas, casamentos e batismos.

Então é isso, andarilhos. Espero que tenham gostado da dica de hoje e curtam essa imersão na História. Irá te fazer bem. Garanto!
E aí, para onde irei? 

Beijos e até quinta!

quarta-feira, 21 de junho de 2017

#40 MUSEU DA CASA BRASILEIRA

Salve, salve, andarilhos! Como vocês estão? E informo que a partir de agora, as postagens terão dias fixos: A partir da semana que vem será toda quinta-feira e aos sábados, ok? É só esperar que as postagens chegarão nos dias certos. Ainda não defini os horários.

Bom, eu já disse por aqui que eu sou alucinada por museus. Eu gosto mesmo, me divirto e passo horas dentro de um. Um pena quem diz que é coisa de velho e quem não consegue achar graça. Liberte a mente, ok? Conhecimento é tudo e é a única coisa que pode te levar a lugares incríveis e a fazer fazer coisas sensacionais. Inclusive a não fazer nenhum tipo de bobagem.

O post de hoje é dedicado ao MUSEU DA CASA BRASILEIRA. Ele faz parte da Secretaria da Cultura e antes pertenceu ao ex prefeito de São Paulo, Fabio da Silva Prado. 
É o único museu de São Paulo especialmente dedicado ao design e arquitetura e se tornando uma referência mundial em relação ao tema.
Foi inaugurado em março de 1970, com o objetivo de ser uma instituição voltada à cultura, pesquisa, acervo, restauração, entre outros.
Atualmente, o acervo é formado por mobiliários, objetos de luxo como porcelanas e cristais que remontam ao século 16 e conta com mais de 360 peças de arte européia e brasileira. Tudo isso está instalado no andar de cima do museu. Infelizmente, não deu tempo de conhecer. Fiquei só na parte de baixo.

O museu conta com exposições fixas: a primeira é constituída por móveis e objetos, trazendo o comportamento social do século XVII até os dias de hoje e a Coleção Crespi Prado que aborda a trajetória do uso residencial dos antigos moradores, através de contextos históricos, sociais e culturais da cidade de São Paulo. 
Existe uma livraria com mais de 3.000 títulos abordando somente a arquitetura e o designe abriga a Pró-Livros. É a única livraria do país abrigar esse tipo de assunto.

O museu conta com um jardim simplesmente maravilhoso. São mais 6.000 metros compostos por uma vegetação intensa. As árvores e flores são incríveis, com espécies nativas da Mata Atlântica, além de árvores exóticas trazidas da Ásia, como Japão e Vietnã além de possuir um restaurante enorme especializado em comida brasileira, com vista para esse jardim, respirando o ar puro. Nem parece que estamos em São Paulo.

Apesar de ser um museu bacana e de abordar um assunto que estou conhecendo agora e que nunca pensei na vida que iria gostar ( arquitetura) , não é o meu museu favorito e não está na fila para ser.
Eu disse por aqui nos primeiros posts que nem tudo seriam elogios e que quando visse algo que eu não gostasse, iria dizer sem sombra de dúvidas. 
O museu é bacana? É? Aborda assuntos legais? Aborda. O museu é lindo? Muito. Mas, fica em um lugar com alto poder aquisitivo e é aí que a coisa pega.
Vi algo que me não só me incomodou, como incomodou o meu andarilho também. Quem nos conhece sabe que lutamos por causa mais justas, mais dignas e que não toleramos qualquer tipo de preconceito.
Quando estávamos indo para o jardim, me deparei com uma cena que me incomodou muito e que me causou arrepios. Não gostei do que vi, do que senti e como isso pode ser tratado como algo normal.
Deu para ver a cozinha do restaurante. E vi, os funcionários todos negros lavando a louça e limpando o chão. De repente, me transportei ao século 19 e parecia que estava saindo da casa grande e estava passando pela senzala.
Meu Deus, não sei como explicar isso, mas não gostei de ver essa cena. Não está na hora de colocá-los em posições menos injustas e mais favoráveis? Relatei isso para algumas pessoas e me disseram que eles estavam ali trabalhando e que não havia nada demais nisso. Ok, sei que isso é trabalho honesto e que qualquer trabalho é digno, mas em um mundo que não se assume como racista, isso é algo complicado. Só eles sabem como é conviver com esse tipo de preconceito e que para conseguir algo melhor, sem ser julgado subestimado e sem ser posto à prova, é ter que sobreviver todos os dias. Eu teria que falar anos e anos de História aqui e esse não é o intuito.
Esse assunto é delicado e difícil. Museu, por que não há japoneses na cozinha, por exemplo? Por que não há brancos na cozinha? Por que não há loiros? Por que não há ruivos lavando o chão? Por que não tornar isso mais justo e menos desigual?
Acho que não terei respostas.

Enfim, acho que também não me senti muito à vontade devido a quantidade de pessoas que estavam ali. Eu odeio multidões por que acho que quando tem uma quantidade enorme de gente, você não aproveita muito. A visita é feita com pressa e como eu gosto ver, analisar, sentir, fico irritada se isso não acontece.
Há uma estimativa de 100.000 pessoas por ano. É gente demais. Me assustei com a quantidade. Sério!

Eu poderia ter gostado mais do museu se não fosse isso. Acho que peguei birra. Pois é, birra é a palavra certa. E eu fui preparada para amar, já que até então só tinha visto por foto. Na verdade, não vejo a hora do Museu do Ipiranga reabrir.

Endereço:
Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2705 - Jardim Paulistano
Horários de Funcionamento: Terças-feiras a domingos: 10h00 às 18h00
Site do estabelecimento: www.mcb.org.br
Ingressos: R$8,00 // Meia Entrada: R$4,00
Gratuitos aos sábados, domingos e feriados // Maiores de 60 anos e crianças até 10 anos tem entrada gratuita, além de servidores públicos e deficientes físicos.
Bicicletas são bem-vindas. 40 vagas.
Animais não entram, exceto cães-guia. Eles podem.
Estacionamento pago no local. Vai por mim, vá de metrô!

Então é isso, andarilhos. Essa é a dica de hoje. Só lembrando que, esse é o meu olhar, o meu jeito de enxergar o mundo e as coisas. Meu estilo de vida e tudo o que venho estudando não me permite aceitar certos tipos de situações. Cada experiência é única e não quero influenciar ninguém com impressões negativas. É assim o compartilhamento de ideias. Sua experiência deve ser vivida e contada.  Sua opinião deverá ser completamente diferente da minha. Você que é arquiteto ou está estudando para ser um, vale a pena a visita. Você encherá sua bagagem com inúmeras coisas novas. Quero saber o que vocês aprontaram por lá. Só de ficar por alguns momentos naquele jardim espetacular, vale a pena ter nascido para sentir a sensação. Certo?

Andarilhos, sigam a página. E quero saber o que vocês acharam. Comentem, ok?

Beeeijos!



sábado, 17 de junho de 2017

#39 MARI MARIÁ

Hello, andarilhos! Como estão? Desculpem pela demora. Fiz aniversário na terça-feira, feriado na quinta e fiquei doente ontem. Estou um pouco sumida, mas prometo que isso não irá mais acontecer.

Estava relendo os posts antigos e vi que quase não tem dicas de restaurantes por aqui. O que é um absurdo, pois se tratando de um melhores polos gastronômicos do mundo, isso é uma heresia.


Eu trabalho no Centro Velho de SP e por ali há muitas opções de tudo o que você desejar. Sempre há algo escondido pronto para ser achado. Sempre tem alguma lojinha de quinquilharias, cafés, bares, entre outros para se divertir à vontade.

Dia desses, em meu horário de almoço resolvi conhecer um restaurante que há tempos meus colegas de trabalho falavam para eu ir.  
Ele é discreto. Precisa estar muito atento para localizá-lo. Apresento então o: MARI MARIÁ.

Logo de cara, me encantei com a entrada. Realmente, parece um edifício normal, já que a entrada é bem pequena.
A comida é deliciosa e tem um incrível bufê enorme de doces ( tortas, gelatina, musse, entre outros ). DE quebra, você senta ao lado da janela com uma vista linda para ser apreciada. Dá para tirar bastante fotos.

Os alimentos são bem variados, não tem uma especialidade e o sabor é bem caseiro. Lembra a comida de sua vó, vai por mim. O tempero deles é sensacional.
Existem boas opções por quilo no centro. Infelizmente, o valor não é muito barato. Em uma das vezes, paguei R$35,00 com bebida. Só eu. Na hora do almoço. Então, se escolher almoçar no Mari Mariá, prepare o bolso. 
Como é por quilo, dá para administrar a quantidade de comida que se põe no prato.

A única coisa ruim é que, como o lugar é pequeno, as mesas acabam ficando bem juntinhas e dá para ouvir a conversa de quem está do lado. Se você não se importa, perfeito. O que realmente vale é para a comida.
Então, se você tiver acabado de sair da 25 de Março com as suas compras ou se trabalha ali e não sabe onde almoçar, indico o Mari Mariá. Acho que vale a pena. 
O atendimento é bom e as meninas que trabalham ali são bem simpáticas.
Na saída, tem chazinhos e bolinhos para degustação.

Ah. e não confunda. Existe um restaurante no andar de cima que tem quase o mesmo nome: MARIA MARIÁ. Esse eu ainda não fui.
É fácil: o Mari Mariá fica no primeiro andar.

Endereço: Largo do Café, 2 - 18 - Centro.
Telefone: 11 31063644
Eles não tem site e não disponibilizam horário de funcionamento.









É isso então, andarilhos. Espero que tenham gostado da dica de hoje e se deliciem quando estiverem passando pelo Centro. Vou adorar saber a opinião de vocês, combinado?

E para onde devo ir?

Love!
Carol Rossetto