quinta-feira, 29 de junho de 2017

#42 SABOR & SAÚDE RESTAURANTE

Hello, andarilhos. Como estão?

O post de hoje é simplesmente uma delícia e é mais uma das joias que ficam escondidas pelo Centro de São Paulo. A gente só descobre caminhando, olhando e perguntando.
Há 3 anos atrás resolvi levar uma vida saudável. Estava precisando de uma reeducação alimentar e fazer algum esporte, pois estava muito sedentária. 
Descobri o pilates e passei a comer mais vegetais, verduras e legumes. Não vou e não quero deixar de comer carne. Não vivo sem um hambúrguer e sem um churrasco. 
Esse ano me tornei modelo e com isso, alimentação saudável passou a ser obrigatória em minha vida. Não faço restrições, pois não gosto que me escravizem com nada: moda, comida, política, qualquer coisa. Se eu tiver a fim de comer um brigadeiro ou uma trufa bem melecada, comerei. Mas como eu disse, sem exageros.

Com essa busca da perfeição e do culto ao corpo a todo custo, muitas optam por uma refeição mais balanceada e acredito que São Paulo entrou na onda da comida saudável e cada vez mais, vejo restaurantes buscando opções para um público seleto.

E como eu disse acima, o post de hoje é uma delícia. Apresento a vocês o Restaurante vegetariano SABOR & SAÚDE.
A missão deles é ajudar em sua qualidade de vida em uma boa alimentação. Saudável, com equilíbrio e muito gostosa.
O sabor da comida é algo único. Experimente o espeto de soja. O sabor é inigualável. 
O menu é vasto e muda todos os dias e tem opções de atendimento: há a possibilidade de escolher entre comer à vontade por R$29,90 ou servir-se a quilo. 
Eles implantaram essa opção há pouco tempo e percebi que a clientela aumentou. Eles vendem sopas também. Os sabores variam de lentilha e abóbora a ervilha com gengibre. 
Há também produtos naturais vendidos separadamente como cookies light, adoçantes e chás. Por ser um restaurante vegetariano, eles vendem sucos naturais ( de melancia com gengibre a couve com abacaxi). Refrigerantes e sucos industrializados ficam de fora. 
Os atendentes são super simpáticos e felizes. Vocês será hiper mega bem atendido e sairá de lá satisfeito e super contente. 
O espaço é bem grande, então não se preocupe em esbarrar em ninguém. Coisas de restaurantes pequenos. A única coisa ruim é se caso, quiser comer com um pouco de silêncio, infelizmente não dá. Como estamos falando do Centro de São Paulo, você escutará os vendedores do lado de fora gritando a plenos pulmões : chips de celulares, óticas, brinquedos, sabão em pó, gente tocando violino ou guitarra, coisas que só São Paulo tem. Junto e Misturado.

Então, é isso. O Sabor e Saúde está escondido em um prédio e garanto a você que a comida é simplesmente divina e com um preço super acessível. 

Endereço: Rua São Bento, 500 - ao lado de metro São Bento
Contato: 11 32426023
Horário de Funcionamento: Segundas às Sextas-Feiras: Das 11h00 às 15h00
Site do Estabelecimento: http://www.ssvegetariano.com.br/index.php
E-mail: saudeesabor@ssvegetariano.com.br


Espero que vocês tenham gostado da dica de hoje e me contem o que acharam. Combinado?

Beijos e até a próxima.




sábado, 24 de junho de 2017

#41 CAPELA DE SÃO MIGUEL ARCANJO

Olá, andarilhos! Tudo bem com vocês? Como eu falei por aqui antes, as postagens agora serão todas as quintas-feiras e aos sábados. Combinado?

O post de hoje é histórico. Desde que eu fui ao Sítio Morrinhos localizado na Zona Norte ano passado e descobri que existem mais de 100 sítios arqueológicos em São Paulo, eu decidi que eu preciso conhecer absolutamente todos. O que fica fácil, pois o meu andarilho é formado em História e não é muito difícil convencê-lo a andar por esse lugares. Ele alega que é objeto de estudo para ele.

Apresento a vocês a CAPELA DE SÃO MIGUEL ARCANJO, a igreja mais antiga de São Paulo e da Zona Leste de São Paulo. Localizada em São Miguel Paulista.
Construída através de taipa de pilão ( técnica à base de argila, terra e cascalho ), foi fundada em 1560 pelo padre José de Anchieta com o intuito de evangelizar os índios da tribo guaianases que ali existiam.
Sério, é muito legal imaginar que há seiscentos anos atrás existiam índios na Zona Leste. 
Foi um grande marco na colonização e com a chegada da Igreja Católica no Brasil, a religião começava a ser difundida.
Chegou a ser demolida  e reconstruída em 1622 por espanhóis e mãos indígenas e há 70 anos foi tombado pelo Condephaat e se tornou patrimônio histórico da sociedade. O restauro também foi muito importante, descobriram peças religiosas de quase 400 anos praticamente intactas. Em 2006, aconteceu o seu último restauro e com essa reforma, foi criado um museu aberto ao público para o público ter conhecimento da importância dessa igreja para a nossa sociedade.
Esse circuito de visitação garante que o público tenha uma imersão gigantesca na história, tanto artístico, cultural e social. É uma herança legítima desses jesuítas para com o seu povo relembrando tradição, identidade e gerando um senso crítico fora do comum.

Infelizmente, é proibido tirar fotos do lado de dentro, mas ao entrar ali , parece que a São Paulo que você conhece hoje não existe. Do nada, você se sentirá na Idade Média ou em uma São Paulo bem antiga. Dá para sentir a sensação de como era viver séculos atrás. É um tanto esquisito pensar que não existia TV ou celulares. Mas acho que eles nunca sentiriam falta disso e achariam um absurdo essa tecnologia toda, se vivessem hoje.

Os elementos culturais ali dentro são tos policromados. A mesa de comunhão, por exemplo, é feita de jacarandá e entalhada pelos próprios índios na época.
Algumas obras que estão ali são de origem européia e outas, tipicamente brasileiras. É muito fácil distinguir o estilo de cada um. É muito bom saber dessas coisas. É pura história da arte. 
Repito: é uma pena não poder tirar fotos. Os adornos são perfeitos. 

É muito triste pensar que para muitos é apenas uma igreja. mais uma igreja entre tantas. Não entrar ali é perder séculos de história e não encontrar a sua identidade, o seu marco e o seu valor. 
Pare um pouquinho e relaxe ali dentro. Esqueça o caos do lado de fora e entre em contato consigo mesmo. Às vezes, é maravilhoso desconectar desse mundo. 
Sem contar que respirar a arte, os sonhos e a vida de nossos antepassados é algo único. É uma experiência fantástica.

Enfim, vale muito a pena conhecer. É mais uma das coisas que minha querida Zona Leste proporciona e ninguém liga muito. Cabe eu aqui mostrar que essa parte de São Paulo tão subestimada, julgada e tão vista por preconceitos é completamente diferente do que se pinta. 
Se não existem blogs falando sobre a Linha Vermelha do Metrô, existe o Andarilhos dizendo que por aqui é muito legal, sim! E que não é preciso ter dinheiro para fazer programas tão legais quanto esse.
Ah, e sem contar que a Capela fica bem no meio de uma praça maravilhosa, em frente a estação de trem, com inúmeras lojas, restaurantes e sorveterias ao seu redor. É ótimo para ficar ali fazendo vários nadas e pensando na vida.

Endereço: 
Praça Padre Aleixo Monteiro Mafra, 10 - São Miguel Paulista
Em frente a estação de trem de São Miguel.
Visitação: Aos sábados: Das 10 aos 12h00 e das 13h00 às 16h00
Entrada: R$4,00 inteira // R$2,00 meia - entrada
Isentos: crianças até 7 anos, idosos a partir de 60 anos, grupos pastorais, profissionais da rede pública
Site: http://capeladesaomiguel.org/site/
Capacidade de 100 pessoas. Para missas, casamentos e batismos.

Então é isso, andarilhos. Espero que tenham gostado da dica de hoje e curtam essa imersão na História. Irá te fazer bem. Garanto!
E aí, para onde irei? 

Beijos e até quinta!

quarta-feira, 21 de junho de 2017

#40 MUSEU DA CASA BRASILEIRA

Salve, salve, andarilhos! Como vocês estão? E informo que a partir de agora, as postagens terão dias fixos: A partir da semana que vem será toda quinta-feira e aos sábados, ok? É só esperar que as postagens chegarão nos dias certos. Ainda não defini os horários.

Bom, eu já disse por aqui que eu sou alucinada por museus. Eu gosto mesmo, me divirto e passo horas dentro de um. Um pena quem diz que é coisa de velho e quem não consegue achar graça. Liberte a mente, ok? Conhecimento é tudo e é a única coisa que pode te levar a lugares incríveis e a fazer fazer coisas sensacionais. Inclusive a não fazer nenhum tipo de bobagem.

O post de hoje é dedicado ao MUSEU DA CASA BRASILEIRA. Ele faz parte da Secretaria da Cultura e antes pertenceu ao ex prefeito de São Paulo, Fabio da Silva Prado. 
É o único museu de São Paulo especialmente dedicado ao design e arquitetura e se tornando uma referência mundial em relação ao tema.
Foi inaugurado em março de 1970, com o objetivo de ser uma instituição voltada à cultura, pesquisa, acervo, restauração, entre outros.
Atualmente, o acervo é formado por mobiliários, objetos de luxo como porcelanas e cristais que remontam ao século 16 e conta com mais de 360 peças de arte européia e brasileira. Tudo isso está instalado no andar de cima do museu. Infelizmente, não deu tempo de conhecer. Fiquei só na parte de baixo.

O museu conta com exposições fixas: a primeira é constituída por móveis e objetos, trazendo o comportamento social do século XVII até os dias de hoje e a Coleção Crespi Prado que aborda a trajetória do uso residencial dos antigos moradores, através de contextos históricos, sociais e culturais da cidade de São Paulo. 
Existe uma livraria com mais de 3.000 títulos abordando somente a arquitetura e o designe abriga a Pró-Livros. É a única livraria do país abrigar esse tipo de assunto.

O museu conta com um jardim simplesmente maravilhoso. São mais 6.000 metros compostos por uma vegetação intensa. As árvores e flores são incríveis, com espécies nativas da Mata Atlântica, além de árvores exóticas trazidas da Ásia, como Japão e Vietnã além de possuir um restaurante enorme especializado em comida brasileira, com vista para esse jardim, respirando o ar puro. Nem parece que estamos em São Paulo.

Apesar de ser um museu bacana e de abordar um assunto que estou conhecendo agora e que nunca pensei na vida que iria gostar ( arquitetura) , não é o meu museu favorito e não está na fila para ser.
Eu disse por aqui nos primeiros posts que nem tudo seriam elogios e que quando visse algo que eu não gostasse, iria dizer sem sombra de dúvidas. 
O museu é bacana? É? Aborda assuntos legais? Aborda. O museu é lindo? Muito. Mas, fica em um lugar com alto poder aquisitivo e é aí que a coisa pega.
Vi algo que me não só me incomodou, como incomodou o meu andarilho também. Quem nos conhece sabe que lutamos por causa mais justas, mais dignas e que não toleramos qualquer tipo de preconceito.
Quando estávamos indo para o jardim, me deparei com uma cena que me incomodou muito e que me causou arrepios. Não gostei do que vi, do que senti e como isso pode ser tratado como algo normal.
Deu para ver a cozinha do restaurante. E vi, os funcionários todos negros lavando a louça e limpando o chão. De repente, me transportei ao século 19 e parecia que estava saindo da casa grande e estava passando pela senzala.
Meu Deus, não sei como explicar isso, mas não gostei de ver essa cena. Não está na hora de colocá-los em posições menos injustas e mais favoráveis? Relatei isso para algumas pessoas e me disseram que eles estavam ali trabalhando e que não havia nada demais nisso. Ok, sei que isso é trabalho honesto e que qualquer trabalho é digno, mas em um mundo que não se assume como racista, isso é algo complicado. Só eles sabem como é conviver com esse tipo de preconceito e que para conseguir algo melhor, sem ser julgado subestimado e sem ser posto à prova, é ter que sobreviver todos os dias. Eu teria que falar anos e anos de História aqui e esse não é o intuito.
Esse assunto é delicado e difícil. Museu, por que não há japoneses na cozinha, por exemplo? Por que não há brancos na cozinha? Por que não há loiros? Por que não há ruivos lavando o chão? Por que não tornar isso mais justo e menos desigual?
Acho que não terei respostas.

Enfim, acho que também não me senti muito à vontade devido a quantidade de pessoas que estavam ali. Eu odeio multidões por que acho que quando tem uma quantidade enorme de gente, você não aproveita muito. A visita é feita com pressa e como eu gosto ver, analisar, sentir, fico irritada se isso não acontece.
Há uma estimativa de 100.000 pessoas por ano. É gente demais. Me assustei com a quantidade. Sério!

Eu poderia ter gostado mais do museu se não fosse isso. Acho que peguei birra. Pois é, birra é a palavra certa. E eu fui preparada para amar, já que até então só tinha visto por foto. Na verdade, não vejo a hora do Museu do Ipiranga reabrir.

Endereço:
Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2705 - Jardim Paulistano
Horários de Funcionamento: Terças-feiras a domingos: 10h00 às 18h00
Site do estabelecimento: www.mcb.org.br
Ingressos: R$8,00 // Meia Entrada: R$4,00
Gratuitos aos sábados, domingos e feriados // Maiores de 60 anos e crianças até 10 anos tem entrada gratuita, além de servidores públicos e deficientes físicos.
Bicicletas são bem-vindas. 40 vagas.
Animais não entram, exceto cães-guia. Eles podem.
Estacionamento pago no local. Vai por mim, vá de metrô!

Então é isso, andarilhos. Essa é a dica de hoje. Só lembrando que, esse é o meu olhar, o meu jeito de enxergar o mundo e as coisas. Meu estilo de vida e tudo o que venho estudando não me permite aceitar certos tipos de situações. Cada experiência é única e não quero influenciar ninguém com impressões negativas. É assim o compartilhamento de ideias. Sua experiência deve ser vivida e contada.  Sua opinião deverá ser completamente diferente da minha. Você que é arquiteto ou está estudando para ser um, vale a pena a visita. Você encherá sua bagagem com inúmeras coisas novas. Quero saber o que vocês aprontaram por lá. Só de ficar por alguns momentos naquele jardim espetacular, vale a pena ter nascido para sentir a sensação. Certo?

Andarilhos, sigam a página. E quero saber o que vocês acharam. Comentem, ok?

Beeeijos!



sábado, 17 de junho de 2017

#39 MARI MARIÁ

Hello, andarilhos! Como estão? Desculpem pela demora. Fiz aniversário na terça-feira, feriado na quinta e fiquei doente ontem. Estou um pouco sumida, mas prometo que isso não irá mais acontecer.

Estava relendo os posts antigos e vi que quase não tem dicas de restaurantes por aqui. O que é um absurdo, pois se tratando de um melhores polos gastronômicos do mundo, isso é uma heresia.


Eu trabalho no Centro Velho de SP e por ali há muitas opções de tudo o que você desejar. Sempre há algo escondido pronto para ser achado. Sempre tem alguma lojinha de quinquilharias, cafés, bares, entre outros para se divertir à vontade.

Dia desses, em meu horário de almoço resolvi conhecer um restaurante que há tempos meus colegas de trabalho falavam para eu ir.  
Ele é discreto. Precisa estar muito atento para localizá-lo. Apresento então o: MARI MARIÁ.

Logo de cara, me encantei com a entrada. Realmente, parece um edifício normal, já que a entrada é bem pequena.
A comida é deliciosa e tem um incrível bufê enorme de doces ( tortas, gelatina, musse, entre outros ). DE quebra, você senta ao lado da janela com uma vista linda para ser apreciada. Dá para tirar bastante fotos.

Os alimentos são bem variados, não tem uma especialidade e o sabor é bem caseiro. Lembra a comida de sua vó, vai por mim. O tempero deles é sensacional.
Existem boas opções por quilo no centro. Infelizmente, o valor não é muito barato. Em uma das vezes, paguei R$35,00 com bebida. Só eu. Na hora do almoço. Então, se escolher almoçar no Mari Mariá, prepare o bolso. 
Como é por quilo, dá para administrar a quantidade de comida que se põe no prato.

A única coisa ruim é que, como o lugar é pequeno, as mesas acabam ficando bem juntinhas e dá para ouvir a conversa de quem está do lado. Se você não se importa, perfeito. O que realmente vale é para a comida.
Então, se você tiver acabado de sair da 25 de Março com as suas compras ou se trabalha ali e não sabe onde almoçar, indico o Mari Mariá. Acho que vale a pena. 
O atendimento é bom e as meninas que trabalham ali são bem simpáticas.
Na saída, tem chazinhos e bolinhos para degustação.

Ah. e não confunda. Existe um restaurante no andar de cima que tem quase o mesmo nome: MARIA MARIÁ. Esse eu ainda não fui.
É fácil: o Mari Mariá fica no primeiro andar.

Endereço: Largo do Café, 2 - 18 - Centro.
Telefone: 11 31063644
Eles não tem site e não disponibilizam horário de funcionamento.









É isso então, andarilhos. Espero que tenham gostado da dica de hoje e se deliciem quando estiverem passando pelo Centro. Vou adorar saber a opinião de vocês, combinado?

E para onde devo ir?

Love!
Carol Rossetto





segunda-feira, 12 de junho de 2017

#38 CATAVENTO CULTURAL E EDUCACIONAL

Olá, andarilhos. Tudo bem com vocês? Desculpem a demora. Prometo não demorar tanto para postar de novo. Ainda não tenho um dia certo. Estou vendo o fluxo de visualizações. 
Qual dia e horário vocês gostariam que eu postasse e fosse melhor para apreciar a leitura?


Eu já disse por aqui que eu adoro um museu. Por diversas vezes, as pessoas me julgam por gostar tanto. Acham que eu devo fazer coisas mais "divertidas" ao invés de me dedicar algo tão chato, tão ocioso ou tão desinteressante. Isso na concepção de alguns. Acho um absurdo esse tipo de pensamento.


Adoro ter que mergulhar na história, nos objetos, nas cores, na profundidade e nos conceitos de cada museu existente aqui na cidade. Cada um é melhor que outro. Com diferenças, particularidades, jeitos e ideias.

Hoje eu falo sobre o CATAVENTO CULTURAL E EDUCACIONAL que é um museu completamente interativo dedicado as Ciências, Biologia, Ecologia, Tecnologia, dedicado em 4 espaços: Universo, vida, Engenho e Sociedade com mais de 250 instalações, em um espaço com mais 4.000 quadrados e um jardim maravilhoso.
Foi inaugurado em 26 de março de 2009 após 14 meses de construção, em um investimento de 20 milhões de reais em um projeto de lei enviado à Câmara Municipal de São Paulo.
Inteiramente voltado para o público infanto-juvenil, em um espaço lúdico onde a criança aprende como funciona a evolução humana, dos animais, experimento de mecânica, engenharia, experiências em laboratórios de Química e Física, aerodinâmica, a propagação dos sons, calor, fluidos, cores e diversas outras atividades interativa.
Apesar do público alvo ser a criançada, muitos adultos se divertem por ali também. Eu, particularmente, todo museu que eu vou, saio um pouco frustrada. Eu sou muito sensorial e preciso tocar nas coisas para poder sentir e apreciar. Nenhum museu deixa fazer algo assim e o Catavento é o único que nos dá a liberdade de tocar, mexer e brincar o quanto puder. Saio de lá realizada. 
Nunca gostei muito dos temas que o Catavento oferece, pois sou uma pessoas completamente de Humanas. Ciências, Biologia, Química, Física e Matemática sempre foi algo distante para mim. Disse isso no post passado. 
Mas, não é por que eu não gosto que não sei apreciar o quanto o Catavento é único, especial e completo. Para mim, é algo que atiça a curiosidade de muitos. A minha, pelo menos, já que considero minha curiosidade quase que infinita.
É um fenômeno de público. Atualmente, configura sua marca como o terceiro museu mais visitado em São Paulo, em média de 2 milhões e meio de visitações em apenas seis anos de sua existência.  Ou seja, é um lugar bacana, divertido e que dá para levar o seu filho, onde ele aprenderá brincando. Se não tiver filhos, não tem problemas, você irá se divertir e muito, sozinha ou acompanhada de alguém legal. 
Reserve um dia inteiro para ficar ali. Você irá andar muito e se caso chegar no começo da tarde, corre o risco de não ver tudo, já que são 3 andares, mais o subsolo. O lugar é enorme e vá com roupas bem confortáveis. Tire bastante fotos. 
Passeie pelo Jardim enorme que existe ali e conheça o Borboletário ( tem horários específicos). Há um café também com vista para o Jardim. Lindíssimo. 

Ingressos: R$6,00;
Meia- entrada ( estudantes, idosos, aposentados, crianças de 4 a 12 anos e pessoas com deficiência ): R$3,00;
Aos sábados: a entrada é GRATUITA.
Isentos: Policiais Civis e Militares, Guarda Civil Metropolitana, Crianças até 3 anos e 11 meses, Coordenadores, Diretores e Professores da Rede Pública do Estado de São Paulo mediante apresentação de holerite atualizado, Monitores e guias de turismo com a carteirinha da Embratur, Escolas Públicas e Municipais do Estado de São Paulo previamente agendadas e com roteiro já programado.
Mais informações, acesse o site: http://www.cataventocultural.org.br/vis_esp

Em caso de visitas em grupo ou excursões de escola, o espaço pede que agende com 45 minutos de antecedencia, preenchendo o formulário no site, com um grupo de 20 pessoas, no mínimo

Endereço: 
Palácio da Indústrias
Avenida Mercúrio s/n
Parque Dom Pedro II - Brás - Telefone : 11 33150051

Horário de Funcionamento: Terças - feiras aos sábados : 09h00 às 16h00 - com permanência até às 17h00.

Então é isso. É uma ótima opção de lazer e educação para você, sua família e amigos. Vá conhecer e aproveite para comer algo antes. Não existem muitas opções. Se você ficar o dia inteiro por ali, é bem capaz de não encontrar quase nada aberto. Principalmente, se a ida for em um feriado. 
Tem o Mercadão Municipal ao lado. É uma ótima opção também para comer por lá depois. 

Vá e me conte se gostou, ok? Estou louca para saber? E agora? Para qual lugar eu irei?

Love!
Carol Rossetto

terça-feira, 6 de junho de 2017

#37 REQUINTE - CENTRO GASTRONÔMICO

Hello, andarilhos! Como vocês estão? Eu estou com um torcicolo danado. Difícil de passar.

Eu estava relendo os posts antigos e vi que eu quase não falei de comida por aqui. Apesar de ser um pouco proposital, é um pouco injusto não falar da cidade que abriga pizzarias, padarias e restaurantes e que funcionam 24 horas por dia.
A intenção aqui é falar de restaurantes que servem comidas cujo preço cabe no bolso e que a comida seja uma delícia. Não curto esses lugares que só a entrada é o valor de um VR ( vale refeição) e que para respirar são mais R$100,00. Já disse por aqui que para comer comida boa não é preciso vender o seu rim.

O lugar de hoje é muito especial para mim e é na Zona Leste. Gente, Zona Leste é vida. Deixem de preconceito, ok?

Tenho o prazer de apresentar a REQUINTE - Centro Gastronômico.

A história da Requinte começa em Portugal e na Itália. Os pais do fundador, Antonio Correa, já trabalhavam com padaria na Europa e foi no meio de farinhas, massas, pães, bolos, doces e até sorvetes, que o caminho já estava trilhado.
Eles chegam aqui em 1937, na Penha mesmo com o nome de Padaria Além Mar e outra filial chamada Cherie na Av. Celso Garcia, outra avenida enorme daqui de São Paulo.
E finalmente se instalou por definitivo na Penha, com o o nome "Requinte". Além da padaria, tem a pizzaria e o restaurante do outro lado da rua.

E vocês dever estar se perguntando: Mas ela é especial para você, porquê?

Conheci a Requinte quando eu tinha 16 anos de idade. A escola que eu estudava era perto e foi palco de muitos pontos de encontro.
Eu vivia de recuperação de Matemática, Física e Química ( gente, só pra constar: eu sou de humanas ) e eu tinha que amargar uma tarde perdida em aulas de reforço para garantir  boas notas nas provas do bimestre. Só quero deixar claro que os reforços nunca adiantaram. Enfim...
Enquanto eu esperava essas aulas, eu e minhas amigas, íamos a Requinte comer salgadinhos, tomar uma Coca-Cola e falar mal dos professores e imaginar o que poderíamos fazer no futuro. E era legal por que encontrávamos pessoas conhecidas o tempo inteiro.
A Requinte não era o que se tornou hoje. Era uma simples lanchonete que começava a vender coisas mais sofisticadas. Era apenas o primeiro passo.

E a cada ano, ela evolui trazendo responsabilidade e comprometimento para com o seus clientes, com profissionais maravilhosos. O atendimento é de primeira. Os atendentes são simpáticos e sorriem para você. Amo conversar com quem me atende.
E o que era uma simples lanchonete, há quase 20 anos atrás, hoje é um verdadeiro deleite para os seus olhos. Você fica meio perdido com tanta coisa para se escolher.
Todos os tipos de doces que vocês possam imaginar, pizzas, salgados, frios, uma imensa cartela de vinhos, bebidas, todos os tipos de lanches ( toda vez que eu e meu andarilho vamos comer lá, escolhemos pão com salame e pão com mortadela na baguete. Sempre lanche quente), petiscos e sopas ( eles servem sopa dentro de pão italiano e é super concorrido. Costuma lotar, então vá no finalzinho da tarde quando ainda está vazio e não tem filas), cafés, vários tipos de queijos, entre outros.
E enquanto você espera, há a sessão de revistas que fica em frente as mesas. Você pode comprá-las e ficar lendo para passar o tempo, se quiser.
Enfim, eu adoro a história da Requinte e como ela se desenvolveu. Faz parte da minha memória afetiva, fez parte da minha adolescência e com muitas histórias a serem lembradas.

Acho que vale a pena conhecer e se deliciar com o que eles tem a oferecer. O ambiente é simples e aconchegante.
Depois me contem a experiência que tiveram. Combinado?

Endereço: Avenida Amador Bueno da Veiga, 1312 - Penha
Telefone: 11 29586965
E-mail: atendimento@requinte.com.br
Site: http://www.requinte.com.br

Horários de Funcionamento:
Diariamente: 06:00 às 22h30

Horário de Funcionamento: Requinte - Resturante e Pizzaria

Almoço: Segundas às Sextas-Feiras: Das 11h00 às 15h00
Sabados, Domingos e Feriados: Das 11h00 às 16h00

Jantar: Segundas ás Sextas-Feiras: Das 19h00 às 23h00
Sábados, Domingos e Feriados: Das 19h00 à meia-noite

Tem espaço para cadeirantes e aceitam quase todos os cartões.

Eles tem um blog também. Caso se interessem: http://requinte.com.br/blog/

Então, é isso. Se apaixonem pela Requinte. Descubram as guloseimas que por lá existe. Fico por aqui, espero que vocês tenham gostado do post de hoje e até a próxima.

Beijos!
Carol Rossetto



quinta-feira, 1 de junho de 2017

#36 ESPAÇO ITAÚ DE CINEMA

Hello, meus andarilhos lindos! Como estão? Tentarei postar religiosamente toda segunda e quinta-feira. Acho que são dias bons, não são?

Eu sempre curti coisas alternativas e diferentes ( filme fora do circuito Hollywood é um grande exemplo ), exposições daquelas que ninguém entende nada e que eu sempre tento entrar no cérebro do artista para compreender. É bom saber dessas coisas. O diferente choca e muita gente não faz questão de entender mesmo.
Como eu já disse por aqui antes, eu amo cinemas alternativos. É bom conhecer e ver as pessoas que frequentam esses lugares: geralmente, são da galera de humanas, alternativas, que curte um bom filme cult, que adoram tomar café e discutir sobre filosofia como se não houvesse o amanhã.
É claro que isso pode ser um estereótipo, mas adoro pessoas com estilo assim. Talvez eu seja desse jeito. Talvez não, eu sou muito desse jeito.

O post de hoje é dedicado ao ESPAÇO ITAÚ DE CINEMA. Localizado na famosa Rua Augusta, era conhecido antes, como ESPAÇO UNIBANCO DE CINEMA, mas como o Unibanco foi comprado pelo Itaú, o nome foi tirado.
Foi inaugurado em 1995 com o intuito de divulgar filmes que não são considerados blockbusters e que estão um pouco fora das salas comerciais de costumes ( leia-se shoppings, muvuca e filas ). Os filmes de intensa criatividade, qualidade artística, de diretores não tão aclamados e muitos filmes brasileiros são valorizados por ali. Não é comédia popular do Paulo Gustavo não. É filme brasileiro de verdade, daqueles que são profundos até a alma, que mostra o motivo do cinema brasileiro sobreviver a tantos cortes e injustiças. Eu adoro um filme nacional.
Pessoas, se eu contar a real história do cinema brasileiro para vocês, ficariam estarrecidos. De verdade. Mas isso é polêmico demais e eu não quero causar tanto assim. 
E para aqueles que buscam uma vibe mais alternativa, mais intimista, esse é o cinema certo. 
As salas são ótimas e o atendimento é excelente. Enquanto você espera o filme começar, dá para tomar um café bem gostoso ou ir na livraria que fica ali. A especialidade dela é obviamente, livros sobre cinema, roteiros, storyboard, teatro e artes em geral.
Já posso falar que eu pirei com a livraria e poderia ficar ali durante dias? Queria comprar todos os livros que estão ali. Se reciclar é bom demais. 

Não contei da sala que é muito boa e o áudio é perfeito. Como a sala é plana e as cadeiras bem distribuídas, não há perigo de alguém mais alto sentar em sua frente e tirar toda a sua visão.
Eu tenho muitos problemas com isso. 
O legal é que a galera que frequenta é super educada e não há conversação durante o filme,só o barulho do saco da pipoca, o que irrita um pouco, mas é perdoável.

Curtiu?

Endereço: Rua Augusta, 1475 - Cerqueira César
Linha Verde do Metrô ou Amarela.
Telefone: 11 32886780
Site: http://www.itaucinemas.com.br/home/alerta-cidade

Então é isso, meu povo! Quem é cinéfilo, vai pirar ali dentro. Folheiem todos os livros que puderem. Mentira, comprem livros, leiam livros. 
Espero que tenham gostado e até a próxima. Que a opinião de vocês. Para onde devo ir? Hein?






Beijos!
Carol Rossetto



segunda-feira, 29 de maio de 2017

#35 CHINA DA ROCHA - SITUAÇÃO: FECHADO

Hello, andarilhos. Por onde andam vocês? Saudades de todos. Estou preparando uma surpresa, mas está bem difícil de sair. É que eu quero que seja perfeito, entende?

Já faz um tempo que eu não falo sobre comida aqui. Como São Paulo tem um polo gastronômico intenso e é uma cidade que ama comer, pois existe pizzaria, restaurante, padarias, bares e botecos 24 horas por dia, fico um tanto estranho eu não colocar nada sobre comida aqui.
É claro que, como eu já disse aqui antes, não quero transformar a postagem em um livro de receitas ou em um programa da Ana Maria Braga. Não é a intenção mostrar o que eu comi no dia e impor que você coma o que eu comi. Se eu curti, você pode não gostar. Paladar é algo único.
Uma das coisas que eu mais gosto na vida é comida oriental. Comida leve, saborosa e cheia de nutrientes. E melhor do que comida oriental ou qualquer tipo de comida, é aquela que cabe no seu bolso.
Acho um exagero gastar R$500, 00 em um almoço para duas pessoas. E valor não é sabor, ok? Já comi muita comida cara em restaurante que me fez chorar desejando um churrasco ou um nuggets de R$10,00 do McDonalds.

Vamos conhecer o CHINA DA ROCHA????
Eu realmente fico muito chateada quando lugares que fogem um pouco do padrão ou não estão na mira de pontos da moda, não são valorizados e nem citados em blogs ou sites especializados. As dicas sempre vão para restaurantes com valores mais altos, localizados no centro e de bairros com um padrão mais elevado. O restaurante de hoje sequer é citado em nenhum blog que fale sobre a cidade de São Paulo.
E eu fico me perguntando e me questionando: existem lugares depois da Mooca e do Tatuapé. Qual é o motivo dos extremos da cidade serem esquecidos? Podemos discutir isso, não?
Eu não ostento comida. O que me interessa é matar a minha fome e sair do restaurante satisfeita. Realmente, não conheço muitos restaurantes, sempre opto por fast-food. A vida é tão corrida que não dá para pensar muito.
Mas, vale a pena conhecer o China da Rocha. É um dos meus lugares favoritos quando quero comer algo oriental.
Comida de excelente qualidade e super barata. Você come bem e sai de lá super satisfeito, pois o prato é enorme, dependendo do que você escolhe.
E é baratíssimo. Se optar por ir em casal, com seu namorado, marido, ou algum amigo, você não paga mais do que R$50,00. É claro que vai depender do que olhar no cardápio.
Quando vou com o meu andarilho, sempre pedimos a mesma coisa ( yakimeshi, batata frita, bifum, frango xadrez e refrigerante ), o que dá esse valor que falei acima.
O lugar é super limpo, agradável, aconchegante e se quiser, enquanto espera a comida, dá para olhar os cozinheiros preparando a comida. Caso não queira, é só assistir a TV que está sempre ligada.

Gostou? Se temaki, sushi, bifum e hashis fazem a sua cabeça, China da Rocha é o lugar. É simples, nada de ostentação, riqueza ou luxo. Mas, a comidinha é feita com carinho. E para mim, é isso que realmente conta.


E o acesso é super fácil. Existe um ponto de ônibus na frente. 

Endereço: Av. São Miguel, 6310
Telefone: 11 25440078
Horários de funcionamento: Segundas-feiras a domingos : 11h00 às 15h00 // 18:00 às 23h00
Site do estabelecimento: http://www.chinadarocha.com.br/

Ah, e eles fazem entrega também.

Essa foi a dica de hoje. Gostaram? Vou adorar saber o que vocês acharam. Deem sugestões de passeios também. Curtam o blog, sigam, tem a página no Facebook também. Dê seu like por lá. Qual será o destino dessa andarilha aqui?

Love!





quinta-feira, 25 de maio de 2017

#34 GALERIA DO ROCK

Salve, salve, andarilhos roqueiros. Como estão vocês?

Para quem me conhece sabe que eu sou apaixonada por rock n'roll. Não sei muito bem explicar o que uma guitarra, um baixo e uma bateria são capazes de fazer comigo. Simplesmente não tem explicação. É algo que só deve ser sentido.
Não existe nada mais gostoso do que ouvir um Freddie Mercury, um Steven Tyler, um Paul Mccartney, um Dio, um André Matos ou um Bon Jovi.

O lugar de hoje está entre os meu lugares favoritos aqui em São Paulo e um dos lugares mais visitados nessa cidade que abriga todos os corações do mundo.

Estou falando do Centro Comercial Grandes Galerias ou popularmente conhecida como GALERIA DO ROCK, que apesar de ter o rock no nome, faz questão de unir todas as tribos, principalmente a galera do skate e do hip hop.

Ela foi inaugurada em 1963 e seu objetivo principal era a indústria têxtil que dominava aquela época e lá dentro, trabalhavam mais de 100 alfaiates, uma profissão que estava muito em alta na época.
Com a expansão dos shopping centers e como era novidade, o interesse das pessoas mudou, os lojistas que trabalhavam na galeria foram embora e durante 5 anos, o prédio ficou meio abandonado.
Só no final da década de 1970, surgiu a primeira loja especializada, com influências do punk e com isso, skinheads e punks se juntavam para marcar brigas, beber e usar drogas.
Foi a partir daí que a administração da Galeria mudou e se investiu em segurança pesada, proibindo lojas com o tema punk fossem inauguradas ali.
Com o lançamentos de discos de vinil no anos 1980 e com grandes lojas de músicas surgindo, se tornou uma febre colecionar músicas e conversar sobre elas. Era comum ter uma loja em cada esquina e não foi diferente com a Galeria. Aos poucos, as lojas foram surgindo, atraindo amantes da boa música e várias tribos urbanas e pessoas de todo tipo.
Logo, o gênero do rock se tornou soberano ocupando quase que os 7 andares do prédio trazendo diversas temáticas, muito além dos discos e roupas.

Enfim, ali é muito bom e se caso estiver passeando pelo Centro, é visita obrigatória. É o lugar perfeito para quem procura coisas diferentes e alternativas, quer ver pessoas descoladas e inteligentes, quer pesquisar mais sobre música, fazer uma tatuagem ou piercing, ou simplesmente comer algo ouvindo uma excelente trilha sonora.
Tenho certeza de que você não vai sair, sem pelo menos com 1 sacola na mão. Nem o menos consumista, no caso eu, resiste a pelo menos um squeeze.
Todo mundo tem uma banda favorita.
O que não falta é opção, pois são mais de 450 lojas espalhadas, além de ter uma paisagem lindíssima, pronta para ser capturada por qualquer foto.
Eu simplesmente amo passar uma tarde lá.
E volta e meia, tem shows de banda famosas. E como é o lugar em que vai muita gente, quem sabe você não esbarra com o seu cantor favorito por lá? Vai saber...

No subsolo há produtos para a tribo hip hop, skate, cabeleireiros, entre outros, nos três primeiros andares, você encontrará muito rock n'roll e nos andares restares, estamparias, tatuagens e piercings.
É um verdadeiro paraíso para o amantes de arte, música e cultura urbana.

Para quem estiver a fim de passear:

Horário de Funcionamento:
Segundas-feiras aos Sábados: Das 9h00 às 19h30
Domingos: Das 10h00 às 16h00 ( eu não sabia que abria aos domingos).

Endereço: Rua 24 de Maio, 116 - República
Telefone: 11 3223 - 8402

Site: http://www.galeriadorock.org.br/

Então, é isso. É muito bom mostrar um dos lugares do meu coração. Conheça o lugar, a boa música, faça amizades e descubra as coisas legais que tem por lá.

Espero que vocês tenham gostado da dica de hoje e gostaria muito que vocês opinassem. Para onde irei? Aaaah, e tenho novidades. Semana que vem, eu conto.

Beijos!


segunda-feira, 22 de maio de 2017

#33 BOM RETIRO

Hello, andarilhos. Como vão vocês? Sinto falta e quero conversar mais com todos. Não me deixem falando sozinha. 
Eu detesto multidões. Não há paciência e bom humor comigo quando eu sei que tenho que andar por lugares que eu sei, que muitas pessoas estão ali fazendo a mesma coisa que você. Ou tentando fazer...
Detesto a 25 de Março, ir ao Brás ou qualquer coisa que seja muito popular e que venda coisas mais baratas que o restante do mundo.
Acho que eu sou um pouco claustrofóbica. Quando eu vejo aquela gentarada toda me dá pânico. Mas, ao mesmo tempo, eu vou em shows. Mas, quando é alguma pessoa que valha a pena ver cantar, dá para encarar. Mesmo me sentindo incomodada. 

É diferente do que ver e sentir esbarrões com pessoas cheia de sacolas, fazendo compras como se o mundo fosse acabar a qualquer momento. 

O post de hoje é sobre o BOM RETIRO. 
Ano passado, fui convidada para ser madrinha junto com o meu andarilho. Como era extremamente importante para ele, aceitamos. Foi aí, que começou o meu desafio do qual achei que jamais iria conseguir. Ela exigiu cor de vestido. Sim, pessoas, tive que procurar um vestido de uma cor que foi quase impossível de encontrar. A saga durou quase 3 meses e estava quase desistindo, quando minha mãe teve a brilhante ideia de irmos ao Bom Retiro para encontrar o vestido e de quebra, sair mais barato.

Eu desanimei, pois sabia que teria que andar para caramba e não estava a fim de esbarrar com um mundaréu de gente.
Mas, para quem gosta de fazer compras é o lugar ideal. A rua José Paulino atrai pessoas do Brasil e do mundo inteiro todos os dias.
São quase 400 lojas para os consumistas de plantão ou aqueles, que como eu, foi procurar por opções mais baratas.
E se prepare para andar: as lojas abrem às 8h00 da manhã até às 18h00 da tarde e até às 14h00, durante os finais de semana.
Tire o dia para andar por lá, a infinidade de roupas femininas, masculinas, kids, moda praia, roupas de festa e acessórios são imensas. 
Para ficar mais confortável, vá com roupas leves e use tênis. Como é um bairro que muita gente tem acesso, não leve bolsa e tome cuidado com o seus pertences. SEMPRE!

Mas, antes de ser um bairro estritamente comercial, no século 19 era um bairro formado por sítios e chácaras cujo moradores eram pessoas de alto nível social, pois a estação ferroviária era ligada com o Parque da Luz. Sua importância começou a vir desse ponto.
Também abrigou a inauguração da fábrica de automóveis Ford em 1921 até se mudar de bairro a partir dos anos 1950. Foi nessa época que imigrantes e comerciantes judeus, árabes e libaneses começaram a se instalar e trazer o pólo têxtil para o bairro.
E foi andando



que descobri uma coisa bem legal e que eu não tinha ideia: o Corinthians nasceu ali, entre as ruas José Paulino e Cônego Martins. 

Ah, outra coisa: eu sofri no dia em que eu fui. Muitas das lojas não possui provadores. Vá com roupa fácil caso tenha que vestir algo por cima, ali no meio de qualquer loja. 

Eu não tenho nenhuma loja específica para indicar. Vá e se jogue no meio daquela multidão, compre à vontade e se divirta. 
Caso se perca: sempre tem um policial militar para dar informações. E por favooooor, tome muito cuidado com o seus celulares. Nunca se sabe. Não deem bobeira, ok?

Não vá de carro. Vá de metrô. É só usar a Linha Azul e descer na estação Luz. Simples demais.

Esse foi o post de hoje. Espero que tenham gostado e comentem. Para onde irei? Quero muito saber qual é o seu lugar favorito.
E para quem ficou curioso e quer saber como é o vestido que eu comprei: acesse o meu Instagram: @carolinerossetto85

Beijos!
Carol Rossetto



sexta-feira, 19 de maio de 2017

#32 SHOPPING VILA OLÍMPIA

Hello, andarilhos. Muito frio por aí? 

Eu já disse por aqui e milhões de vezes que eu não suporto shopping. Desculpem-me se estou sendo repetitiva. Mas como falar de São Paulo sem eles? São mais de cem shoppings espalhados em todos os bairros e por vezes, eles me soam práticos. Mas não é por isso que eu tenho que gostar. Eu vou continuar não gostando.
Geralmente, quando preciso assistir a um filme blockbuster, tenho que enfrentar as filas quilométricas dos cinemas de shopping. Já não é a primeira vez que não consigo assistir a um filme no Shopping Santa Cruz, por exemplo. Já relatei isso por aqui.


Mas o post de hoje é sobre um shopping que me deu uma impressão completamente diferente da que eu tinha. 

Vamos conhecer o SHOPPING VILA OLÍMPIA. 

Eu sou da Zona Leste. ZL mesmo. Moro na Penha e me orgulho de morar num lugar tão gostoso. Obviamente, não sou rica e não costumo frequentar lugares que gente milionária frequenta. Não tenho inveja e não teria motivos de ter. Meu conhecimento é a melhor coisa que tenho e não há dinheiro que pague algo parecido. 
Claro que muitas vezes, dinheiro traz o conforto necessário, mas não dá para ficar esbanjando em um país com tanta desigualdade social. 
E o Shopping Vila Olímpia veio me trazer alegria em uma decepção muito grande que eu tive com o Shopping JK Iguatemi ano passado. 
Os dois são basicamente na mesma rua. Se anda muito pouco para visitar os dois. O JK Iguatemi é um silêncio absoluto, as pessoas que frequentam ali são chiquérrimas e não possuem um sorriso no rosto. Vi famílias ali que, momento nenhum, se olhavam nos olhos ou conversavam entre eles. 
As lojas são de uma realidade da qual eu não vivo. Jóias, roupas, maquiagens; tudo acima de R$5.000 e haviam produtos que estavam na promoção. Sério, fiquei realmente assustada. E, no tempo em que eu fiquei ali, não vi nenhum negro passeando com sua família. Vi apenas um, que fazia parte da faxina. Eu não gostei do vi, não gostei do que senti e não gostei do que acontece. É triste.
Ainda terei um post para falar do JK Iguatemi. Só quero deixar claro que isso não é um problema do shopping, é um problema meu, da minha educação, do que me ensinaram e vai muito contra das minhas verdades e do que estudei na faculdade. Não é atestado de pobreza. É esse muro imaginário que me incomoda e que deveria ser extinto. 
E esse será um post para mais tarde! Podem ter certeza!

E o que deixa mais encafifada como que dois shoppings no mesmo bairro, um atrás do outro, podem ser tão diferentes? 
O Shopping Vila Olímpia é mais colorido, mas simpático, mais acolhedor e as pessoas me parecem ser mais felizes e receptivas. Sério... ver lojas populares como Lojas Americanas, Hering e McDonalds e Subway na praça de alimentação me deixou mais segura. Senti que finalmente, eu estava em meu mundo. Mas, não sou eu que sempre falo que temos que sair da zona de conforto e nos dar um chacoalhão? Ok, esse chacoalhão não precisa ser tão forte.
O shopping também conta com um teatro e boliche.
Esse centro foi inaugurado em novembro de 2009, com 191 lojas para apreciação de um público mais qualitativo, onde reúne-se gastronomia, lazer e compras em um ambiente realmente agradável e simpático. Sua estrutura foi organizada e teve inspiração nos pólos têxteis que habitavam aquela região no século XX, como fábricas e armazéns. 
Acredito que vale a pena conhecer. Só não se sinta intimidado. 

Endereço: Rua Olimpíadas, 360
Telefone: 11 30476001
Horário de Funcionamento: Segundas às sábados: 10h00 às 22h00
Domingos: 14h00 às 20h00 

Serviços: Estacionamento, caixas eletrônicos, espaço, família, carrinho de bebê, SAC, achados e perdidos, entre outros.

Espero que tenham gostado! Me digam? Para onde vou?

Beijos!